Carlos Augusto Parchen
Embora a ciência oficial ainda não lhe de o devido crédito, o fator energético é de fundamental importância para a vida de cada um.
Cada ser traz em si um forte componente energético, resultante de interações entre o espírito e o corpo físico, o que é propiciado pelo perispírito ou corpo espiritual, intermediário e catalisador da ligação corpo-espírito.
O componente energético é gerenciado pela mente, que o comanda de duas formas: uma automática ou não consciente, e outra consciente, impulsionada pela vontade. Quanto mais evoluído é o espírito, maior é o comando consciente; quanto menos evoluído, maior é o comando automático. De qualquer maneira, ambos os comandos sempre existem.
O componente energético do ser humano é decorrente do funcionamento conjunto e unitário do corpo e espírito, refletindo o "estado" do complexo humano, ou seja, é decorrente do equilíbrio maior ou menor do corpo e do espírito simultaneamente.
O "estado" de equilíbrio do corpo e do espírito determina a "qualidade" do componente energético. E essa "qualidade" é que condiciona que tipos de energias que o indivíduo afiniza e assimila , pois o componente energético é constantemente renovado pela "metabolização" de energias existentes no ambiente. E as energias que absorvemos são aquelas que afinizamos, ou seja, as que correspondem ao "padrão" do nosso componente energético.
Quanto à parte de nosso corpo físico, para que este segmento contribua com uma energização positiva, é necessário que esteja em equilíbrio, ou seja, com saúde, bem cuidado. É por isso, como exemplo, que o médium passista necessita estar em boa saúde e equilíbrio físico, sem ter vícios, para que seu corpo possa contribuir com boas energias para o passe.
Já o componente espírito, também deve estar em equilíbrio para poder contribuir com a energização positiva do componente energético. Para ter a mente equilibrada, temos que estar transitando em equilíbrio com a Lei Divina ou Natural, ou seja, orientarmos nossa vida de relação com os semelhantes e com a natureza de acordo com a Lei de Amor. Claro que ainda somos imperfeitos e muitas vezes infringimos as leis naturais. Daí a necessidade constante de vigilância, para que erremos menos, e quando errarmos, rapidamente corrigirmos os erros e redirecionarmos a nossa mente e pensamentos para o bem e o amor.
O componente energético tem, portanto, uma grande interação nos dois sentidos (ida e volta) com o corpo físico e com o espírito, um afetando o outro.
Fica fácil entender que para termos saúde física e mental/espiritual, temos que ter energias equilibradas e vice-versa.
Um antigo ditado greco-latino já nos dizia: "mente sã em corpo são". Isso exprime uma verdade, pelas interações já explicitadas. Por isso, devemos nos preocupar sempre com o equilíbrio de todo o ser, mental e fisicamente. Isso também nos alerta para que, quando estamos com problemas físicos, doentes, temos que reforçar o padrão espiritual, ou seja, buscarmos a compensação energética global por uma maior elevação do padrão espiritual, para não "decairmos" energeticamente. Isso auxiliará mesmo a que o corpo tenda a readquirir o equilíbrio, ou seja, se torne saudável.
Quem se "entrega" à doença, ou seja, não a compensa com um maior equilíbrio espiritual, desequilibra-se energeticamente, o que agrava a doença física e desequilibra ainda mais o espírito. Este fato é fácil de constatar-se observando como as pessoas enfrentam as doenças e dores físicas e os resultados da atitude mental e espiritual de cada um.
Dentro do sistema automático de gerenciamento do componente energético do complexo humano, um dos fatores que mais o influencia é o pensamento, a atitude mental.
Para onde vai o pensamento, liga-se nosso componente energético. Se o nosso pensamento está equilibrado, ligamo-nos, absorvemos e metabolizamos boas energias. O contrário também é verdadeiro. Pensamentos em desequilíbrio nos ligam a energias desequilibradas, as quais assimilamos e metabolizamos, incorporando-as ao nosso componente energético, com as conseqüências disso advindas.
Nossos pensamentos refletem nossa atitude mental, nossa verdade interior. Se nossa atitude mental é equilibrada, nossos pensamentos serão equilibrados, sendo o contrário também verdadeiro.
Quem tem atitude mental positiva, tem comportamento positivo nas atitudes da vida, do dia-a-dia.
Para estar sempre em contato com boas energias, necessitamos estar emitindo sempre pensamentos positivos, equilibrados. Portanto, para nossa segurança e equilíbrio físico e espiritual (saúde) temos que estar emitindo pensamentos positivos.
No entanto, para emitir pensamentos positivos, temos que ter atitude mental positiva, e isso não pode prescindir de atitudes práticas (comportamento e relação) positivas (vontade ao bem e ao amor).
Podemos resumir afirmando que só se tem pensamentos positivos quando nossa atitude mental e, portanto, nossa prática (atitude) diária for positiva, ou seja, se traduza efetivamente na prática do bem e do amor.
Percebe-se portanto, que a prática efetiva do bem e do amor não é necessidade "religiosa" ou "esotérica" ou ainda "mística". É uma necessidade prática de segurança e equilíbrio energético, físico e espiritual. Só se tem atitude positiva assim. Só desta maneira teremos pensamentos verdadeiramente positivos. Só tendo pensamentos positivos nos ligamos com energias positivas. Só nos ligando com energias positivas, equilibramos nosso componente energético. E isso é fundamental para a saúde física, mental e espiritual.
Busquemos.
Este Blog destina-se a pessoas interessadas no estudo e na prática da verdade do evangelho de Jesus, sem alienação e temor.
domingo, 3 de outubro de 2010
Pensamento e Atitude Mental
Carlos Augusto P. Parchen
Para que possamos refletir sobre nossas responsabilidades individuais e sobre os caminhos que deveremos trilhar, apresentamos a seguir uma reflexão sobre pensamento e atitude mental.
A mecânica quântica, a física quântica, ramo da ciência moderna que tem evoluído enormemente, em suas teorias e postulados, tem desenvolvido análises e pesquisas que levam os cientistas à suposição de, que a realidade imediata da matéria só existe porque pensamos.
Nessa linha de raciocínio, a matéria tem, fisicamente, apenas tendência a existir. A ação do pensamento efetivamente a materializa e lhe dá existência real.
Isso quer significar que tudo o que existe na realidade palpável, é fruto do que pensamos, do que acreditamos. Notem que isso não é esoterismo, misticismo. É Ciência! A energia do pensamento, da atitude mental, plasma, molda a matéria, cria a realidade em que vivemos, com suas nuances, suas cores, suas formas, seus relacionamentos.
Como existimos coletivamente, nossa realidade global é fruto do pensamento coletivo. Como somos ainda, enquanto coletividade, egoístas, desequilibrados e sem solidariedade, isso se reflete na situação social, econômica e cultural conturbada, injusta, desumana e insustentável que existe hoje.
Também ainda, enquanto como coletividade, não temos respeito pela natureza; alteramos os seus delicados equilíbrios, criamos os grandes desastres naturais, liberamos novos agentes patogênicos, até então confinados em pequenos nichos naturais, mantidos antes sob controle pelo equilíbrio biológico, que nossas atitudes e ações rompem.
Como fazemos parte da coletividade humana, nossa parcela individual de pensamento, de atitudes mentais, pode contribuir para piorar, manter ou melhorar essa situação.
Só esse fato já serviria para nos alertar quanto a nossa responsabilidade social individual, no que se refere ao que pensamos, ao que acreditamos verdadeiramente, ao que adotamos como atitude mental, aquela que norteia verdadeiramente nossa ação e nossa intervenção na sociedade e na natureza.
Mas é preciso também inferir, notar que, se a realidade social é fruto do pensamento coletivo, a realidade individual, o nosso caminho, a nossa trilha, é conseqüência imediata de nossa individualidade, manifesta pela nossa atitude mental.
Isso que dizer que o caminho que trilhamos, o que encontraremos ao longo desse caminho, como ele se apresentará para nós, é fruto daquilo que acreditarmos verdadeiramente, daquilo que manifestarmos em nossas atitudes mentais e, portanto, em nossas ações.
Claro que sofreremos a influência do pensamento coletivo, mas nosso caminho continuará sendo aquele que estabelecermos pelos nossos pensamentos e atitudes.
Sem sombra de dúvida, nosso sucesso é função direta daquilo que programamos mentalmente para nós, que mentalizamos, que estabelecemos como meta, que ousarmos sonhar, pensar e agir.
Como responsabilidade e contribuição individual, devemos tentar mudar e melhorar o mundo, a sociedade.
No entanto, para que o bem impere, é necessário que se pense o bem, que se aja no bem.
A ética deve ser o guia seguro da nossa atitude mental e da materialização de nossas ações. Devemos ser pessoas “do bem”, pois as vibrações do bem e do amor costumam aplainar os caminhos e iluminar as sendas mais escuras que talvez tenhamos que atravessar. Assim, efetivamente, estaremos fazendo a nossa parte para melhorar o mundo.
Aliás, já disse o poeta(1): “...quem sabe faz a hora, não espera acontecer...”.
Para deixar uma outra imagem poética dessas constatações científicas (e filosóficas), ouso, mais uma vez, tomar uma parte de um verdadeiro poema, utilizado como letra de uma música, escrito por Renato Teixeira(2):
“...penso que cumprir a vida / seja simplesmente / compreender a marcha / ir tocando em frente./ Como um velho boiadeiro / levando a boiada / eu vou tocando os dias / pela longa estrada eu vou / estrada eu sou...”
Sejamos os boiadeiros de nossas boiadas, que são as preocupações, as dificuldades, as lutas, os fracassos, as frustrações, as vitórias, as conquistas, as realizações, a família, o emprego, o salário, etc.
Vamos tocar os dias pela longa estrada da construção de nossa existência, mas não nos esqueçamos jamais que “...estrada eu sou...”, que o caminho, como ele será, somente a nós pertence.
No mesmo poema a que me referi, o autor coloca, em outro trecho, talvez uma das mais belas frases poéticas já escritas, que contém uma grande verdade da vida:
“...cada um de nós / compõe a própria história / cada ser em si carrega / o dom de ser capaz / de ser feliz....”
Devemos desejar a felicidade, persistir no pensamento da felicidade, mentalizar o melhor dos caminhos, ser pessoas “do bem”. Devemos compor a melhor das histórias. Todos temos o dom Divino de sermos capazes de “...ser feliz...”.
Para que possamos refletir sobre nossas responsabilidades individuais e sobre os caminhos que deveremos trilhar, apresentamos a seguir uma reflexão sobre pensamento e atitude mental.
A mecânica quântica, a física quântica, ramo da ciência moderna que tem evoluído enormemente, em suas teorias e postulados, tem desenvolvido análises e pesquisas que levam os cientistas à suposição de, que a realidade imediata da matéria só existe porque pensamos.
Nessa linha de raciocínio, a matéria tem, fisicamente, apenas tendência a existir. A ação do pensamento efetivamente a materializa e lhe dá existência real.
Isso quer significar que tudo o que existe na realidade palpável, é fruto do que pensamos, do que acreditamos. Notem que isso não é esoterismo, misticismo. É Ciência! A energia do pensamento, da atitude mental, plasma, molda a matéria, cria a realidade em que vivemos, com suas nuances, suas cores, suas formas, seus relacionamentos.
Como existimos coletivamente, nossa realidade global é fruto do pensamento coletivo. Como somos ainda, enquanto coletividade, egoístas, desequilibrados e sem solidariedade, isso se reflete na situação social, econômica e cultural conturbada, injusta, desumana e insustentável que existe hoje.
Também ainda, enquanto como coletividade, não temos respeito pela natureza; alteramos os seus delicados equilíbrios, criamos os grandes desastres naturais, liberamos novos agentes patogênicos, até então confinados em pequenos nichos naturais, mantidos antes sob controle pelo equilíbrio biológico, que nossas atitudes e ações rompem.
Como fazemos parte da coletividade humana, nossa parcela individual de pensamento, de atitudes mentais, pode contribuir para piorar, manter ou melhorar essa situação.
Só esse fato já serviria para nos alertar quanto a nossa responsabilidade social individual, no que se refere ao que pensamos, ao que acreditamos verdadeiramente, ao que adotamos como atitude mental, aquela que norteia verdadeiramente nossa ação e nossa intervenção na sociedade e na natureza.
Mas é preciso também inferir, notar que, se a realidade social é fruto do pensamento coletivo, a realidade individual, o nosso caminho, a nossa trilha, é conseqüência imediata de nossa individualidade, manifesta pela nossa atitude mental.
Isso que dizer que o caminho que trilhamos, o que encontraremos ao longo desse caminho, como ele se apresentará para nós, é fruto daquilo que acreditarmos verdadeiramente, daquilo que manifestarmos em nossas atitudes mentais e, portanto, em nossas ações.
Claro que sofreremos a influência do pensamento coletivo, mas nosso caminho continuará sendo aquele que estabelecermos pelos nossos pensamentos e atitudes.
Sem sombra de dúvida, nosso sucesso é função direta daquilo que programamos mentalmente para nós, que mentalizamos, que estabelecemos como meta, que ousarmos sonhar, pensar e agir.
Como responsabilidade e contribuição individual, devemos tentar mudar e melhorar o mundo, a sociedade.
No entanto, para que o bem impere, é necessário que se pense o bem, que se aja no bem.
A ética deve ser o guia seguro da nossa atitude mental e da materialização de nossas ações. Devemos ser pessoas “do bem”, pois as vibrações do bem e do amor costumam aplainar os caminhos e iluminar as sendas mais escuras que talvez tenhamos que atravessar. Assim, efetivamente, estaremos fazendo a nossa parte para melhorar o mundo.
Aliás, já disse o poeta(1): “...quem sabe faz a hora, não espera acontecer...”.
Para deixar uma outra imagem poética dessas constatações científicas (e filosóficas), ouso, mais uma vez, tomar uma parte de um verdadeiro poema, utilizado como letra de uma música, escrito por Renato Teixeira(2):
“...penso que cumprir a vida / seja simplesmente / compreender a marcha / ir tocando em frente./ Como um velho boiadeiro / levando a boiada / eu vou tocando os dias / pela longa estrada eu vou / estrada eu sou...”
Sejamos os boiadeiros de nossas boiadas, que são as preocupações, as dificuldades, as lutas, os fracassos, as frustrações, as vitórias, as conquistas, as realizações, a família, o emprego, o salário, etc.
Vamos tocar os dias pela longa estrada da construção de nossa existência, mas não nos esqueçamos jamais que “...estrada eu sou...”, que o caminho, como ele será, somente a nós pertence.
No mesmo poema a que me referi, o autor coloca, em outro trecho, talvez uma das mais belas frases poéticas já escritas, que contém uma grande verdade da vida:
“...cada um de nós / compõe a própria história / cada ser em si carrega / o dom de ser capaz / de ser feliz....”
Devemos desejar a felicidade, persistir no pensamento da felicidade, mentalizar o melhor dos caminhos, ser pessoas “do bem”. Devemos compor a melhor das histórias. Todos temos o dom Divino de sermos capazes de “...ser feliz...”.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
O Sábio
Certo dia, a Solidão bateu à porta de um grande sábio e ele convidou-a para entrar. Pouco depois saiu decepcionada, pois descobriu que não podia capturar nada daquele ser bondoso, porque ele nunca estava sozinho; estava sempre acompanhado pelo amor de Deus.
Outro dia, a Ilusão também bateu à porta daquele sábio. Ele, amorosamente, convidou-a para entrar em sua humilde casa; mas logo depois ela saiu correndo gritando que estava cega, pois o coração dele era tão luminoso de amor que havia ofuscado a própria Ilusão.
Mais adiante , apareceu a Tristeza. Antes mesmo que ela batesse à porta, o sábio saiu na janela e dirigiu-lhe um sorriso enternecido. A Tristeza recuou e disse que era engano e foi bater em alguma outra porta que não fosse tão luminosa.
E assim a fama do sábio foi crescendo; a cada dia, novos visitantes chegavam tentando conquistá-lo. Num dia era o Desespero, no outro a Impaciência; depois vieram a Mentira, o Ódio, a Culpa e o Engano. Pura perda de tempo; o sábio convidava todos a entrarem e eles saiam decepcionados com o equilíbrio daquela alma bondosa.
Porém, um dia, a Morte bateu à sua porta e ele também convidou-a para entrar ... Seus discípulos esperavam que ela saísse correndo a qualquer momento, ofuscada pelo amor do mestre. Entretanto, tal não aconteceu. O tempo foi passando e nem ela nem o sábio apareciam. Cheios de receio, entraram e encontraram o cadáver do mestre estirado no chão. Ficaram muito tristes e começaram a chorar ao ver que o querido mestre havia partido com a Morte.
Na mesma hora, começaram a entrar na casa, todos os outros servos da Ignorância que nunca tinham conseguido permanecer naquele recinto; a Tristeza havia aberto a porta e os mantinha lá dentro.
" Entram na nossa morada aqueles que convidamos, mas só permanecem conosco, aqueles que encontram ambiente propício para se estabelecerem."
Autor:
Desconhecido
Outro dia, a Ilusão também bateu à porta daquele sábio. Ele, amorosamente, convidou-a para entrar em sua humilde casa; mas logo depois ela saiu correndo gritando que estava cega, pois o coração dele era tão luminoso de amor que havia ofuscado a própria Ilusão.
Mais adiante , apareceu a Tristeza. Antes mesmo que ela batesse à porta, o sábio saiu na janela e dirigiu-lhe um sorriso enternecido. A Tristeza recuou e disse que era engano e foi bater em alguma outra porta que não fosse tão luminosa.
E assim a fama do sábio foi crescendo; a cada dia, novos visitantes chegavam tentando conquistá-lo. Num dia era o Desespero, no outro a Impaciência; depois vieram a Mentira, o Ódio, a Culpa e o Engano. Pura perda de tempo; o sábio convidava todos a entrarem e eles saiam decepcionados com o equilíbrio daquela alma bondosa.
Porém, um dia, a Morte bateu à sua porta e ele também convidou-a para entrar ... Seus discípulos esperavam que ela saísse correndo a qualquer momento, ofuscada pelo amor do mestre. Entretanto, tal não aconteceu. O tempo foi passando e nem ela nem o sábio apareciam. Cheios de receio, entraram e encontraram o cadáver do mestre estirado no chão. Ficaram muito tristes e começaram a chorar ao ver que o querido mestre havia partido com a Morte.
Na mesma hora, começaram a entrar na casa, todos os outros servos da Ignorância que nunca tinham conseguido permanecer naquele recinto; a Tristeza havia aberto a porta e os mantinha lá dentro.
" Entram na nossa morada aqueles que convidamos, mas só permanecem conosco, aqueles que encontram ambiente propício para se estabelecerem."
Autor:
Desconhecido
Uma Lição
Havia em um Centro Espírita um dirigente,que todos os dias estava lá a fazer palestras..
Pessoa culta, inteligente, era admirado por todos pelas suas palavras e pelo entendimento da doutrina.
O interessante é que quando ele fazia suas palestras, ele notava um velhinho lá no fundo, nas ultimas cadeiras.
O velhinho estava sempre lá, todas as vezes que ele fazia sua palestra estava ele lá, olhos miúdos, atento a tudo.
Pois bem, esse velhinho veio a desencarnar e por coincidência ou não o dirigente também.
Qual a surpresa, é que o dirigente do centro ao chegar do outro lado, se viu em um ambiente nebuloso, sombrio e nefasto..
Ficou por ali algum tempo, a orar e pedir a Deus que o ajudasse.. estava aflito, desorientado, não entendia porque aquilo estava acontecendo.
Quando que para seu espanto, ele percebe uma luz, uma luz forte se aproximar dele.. tão forte que lhe ofuscava as vistas.
Ele ao perceber a aproximação daquela luz, ficou radiante, alegre, feliz pois sabia que suas preces foram ouvidas.
Mais espantado ainda ficou ao perceber que aquela luz era irradiada por aquele velhinho que ele via sempre nas suas palestras.
Intrigado com aquilo, ele exclamou:
- É você?
- Você não era aquele velhinho que ficava lá no fundo do centro quieto, não falava nada, só escutava eu falar..
- Como pode?
- Você esta aí com toda essa exuberância divina, e eu nesse estado. Por que?
O velhinho olhou para ele, e com um sorriso que irradiava benções, falou:
- Eu apenas fiz o que você dizia nas suas palestras, apenas fiz.
- E você fazia o que dizia?
Autor:
Desconhecido
Pessoa culta, inteligente, era admirado por todos pelas suas palavras e pelo entendimento da doutrina.
O interessante é que quando ele fazia suas palestras, ele notava um velhinho lá no fundo, nas ultimas cadeiras.
O velhinho estava sempre lá, todas as vezes que ele fazia sua palestra estava ele lá, olhos miúdos, atento a tudo.
Pois bem, esse velhinho veio a desencarnar e por coincidência ou não o dirigente também.
Qual a surpresa, é que o dirigente do centro ao chegar do outro lado, se viu em um ambiente nebuloso, sombrio e nefasto..
Ficou por ali algum tempo, a orar e pedir a Deus que o ajudasse.. estava aflito, desorientado, não entendia porque aquilo estava acontecendo.
Quando que para seu espanto, ele percebe uma luz, uma luz forte se aproximar dele.. tão forte que lhe ofuscava as vistas.
Ele ao perceber a aproximação daquela luz, ficou radiante, alegre, feliz pois sabia que suas preces foram ouvidas.
Mais espantado ainda ficou ao perceber que aquela luz era irradiada por aquele velhinho que ele via sempre nas suas palestras.
Intrigado com aquilo, ele exclamou:
- É você?
- Você não era aquele velhinho que ficava lá no fundo do centro quieto, não falava nada, só escutava eu falar..
- Como pode?
- Você esta aí com toda essa exuberância divina, e eu nesse estado. Por que?
O velhinho olhou para ele, e com um sorriso que irradiava benções, falou:
- Eu apenas fiz o que você dizia nas suas palestras, apenas fiz.
- E você fazia o que dizia?
Autor:
Desconhecido
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Parábola da Rosa
Um certo homem plantou uma rosa e passou e regá-la constantemente e antes que ela desabrochasse, ele a examinou.
Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou: "Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?" Entristecido por esse pensamento, ele se recusou a regar a rosa e, antes que estivesse pronta para desabrochar, ela morreu.
É assim com muitas pessoas. Dentro de cada alma há uma rosa: as qualidades dadas por Deus e plantadas em nós crescendo em meio aos espinhos de nossas faltas.
Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos. Nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nós, e, conseqüentemente, isso morre. Nós nunca percebemos nosso potencial.
Algumas pessoas não vêem a rosa dentro delas mesmas; Alguém mais deve
mostrá-la a elas. Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas.
Esta é a característica do amor, olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas. Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajudá-la a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.
Se nós mostramos a essas pessoas a rosa, elas superarão seus espinhos. Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.
Autor:
Desconhecido
Ele viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou: "Como pode uma bela flor vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?" Entristecido por esse pensamento, ele se recusou a regar a rosa e, antes que estivesse pronta para desabrochar, ela morreu.
É assim com muitas pessoas. Dentro de cada alma há uma rosa: as qualidades dadas por Deus e plantadas em nós crescendo em meio aos espinhos de nossas faltas.
Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos. Nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nós, e, conseqüentemente, isso morre. Nós nunca percebemos nosso potencial.
Algumas pessoas não vêem a rosa dentro delas mesmas; Alguém mais deve
mostrá-la a elas. Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas.
Esta é a característica do amor, olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras faltas. Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajudá-la a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.
Se nós mostramos a essas pessoas a rosa, elas superarão seus espinhos. Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.
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Desconhecido
A Bomba D'água
Contam que um certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer
de sede.
Foi quando ele chegou a uma casinha velha, uma cabana desmoronando - sem janelas, sem teto, batida pelo tempo. O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico.
Olhando ao redor, viu uma bomba a alguns metros de distância, bem velha e enferrujada. Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela, e começou a bombear sem parar. Nada aconteceu. Desapontado, caiu prostrado para trás e notou que ao lado da bomba havia uma garrafa. Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu o seguinte recado:
"Você precisa primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa, meu amigo.
PS.: Faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir."
O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava quase cheia de água! De repente, ele se viu em um dilema:
Se bebesse aquela água poderia sobreviver, mas se despejasse toda a água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá no fundo do poço, toda a água que quisesse e poderia deixar a garrafa cheia pra próxima pessoa... mas talvez isso não desse certo.
Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar a água fresca e fria ou beber a água velha e salvar sua vida? Deveria perder toda a água que tinha na esperança daquelas instruções pouco confiáveis,escritas não se sabia quando?
Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... e a bomba começou a chiar. E nada aconteceu!
E a bomba foi rangendo e chiando. Então surgiu um fiozinho de água; depois um pequeno fluxo, e finalmente a água jorrou com abundância! A bomba velha e enferrujada fez jorrar muita, mas muita água fresca e cristalina.
Ele encheu a garrafa e bebeu dela até se fartar. Encheu-a outra vez para o próximo que por ali poderia passar, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota ao bilhete preso nela:
"Creia-me, funciona! Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la
de volta!"
Podemos aprender coisas importantes a partir dessa breve história:
1. Nenhum esforço que você faça será válido, se ele for feito da forma errada. Você pode passar sua vida toda tentando bombear algo quando alguém já tem reservado a solução para você. Preste atenção a sua volta! Deus esta sempre pronto a suprir sua necessidade!
2. Ouça atentamente o que Deus tem a te dizer, através de alguém, de um livro, de uma mensagem de rádio ou TV, de um jornal ou revista, através da INTERNET ou de um e-mail, etc. e confie. Como esse homem, nós temos as instruções por escrito à nossa disposição. Basta usar.
3. Saiba olhar adiante e compartilhar! Aquele homem poderia ter se fartado e ter se esquecido de que outras pessoas que precisassem da água pudessem passar por ali. Ele não se esqueceu de encher a garrafa e ainda por cima soube dar uma palavra de incentivo. Se preocupe com quem está próximo de você, lembre-se: você só poderá obter água se a der antes.
Cultive seus relacionamentos, dê o melhor de si!
Autor:
Desconhecido
de sede.
Foi quando ele chegou a uma casinha velha, uma cabana desmoronando - sem janelas, sem teto, batida pelo tempo. O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico.
Olhando ao redor, viu uma bomba a alguns metros de distância, bem velha e enferrujada. Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela, e começou a bombear sem parar. Nada aconteceu. Desapontado, caiu prostrado para trás e notou que ao lado da bomba havia uma garrafa. Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu o seguinte recado:
"Você precisa primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa, meu amigo.
PS.: Faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir."
O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava quase cheia de água! De repente, ele se viu em um dilema:
Se bebesse aquela água poderia sobreviver, mas se despejasse toda a água na velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá no fundo do poço, toda a água que quisesse e poderia deixar a garrafa cheia pra próxima pessoa... mas talvez isso não desse certo.
Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar a água fresca e fria ou beber a água velha e salvar sua vida? Deveria perder toda a água que tinha na esperança daquelas instruções pouco confiáveis,escritas não se sabia quando?
Com relutância, o homem despejou toda a água na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... e a bomba começou a chiar. E nada aconteceu!
E a bomba foi rangendo e chiando. Então surgiu um fiozinho de água; depois um pequeno fluxo, e finalmente a água jorrou com abundância! A bomba velha e enferrujada fez jorrar muita, mas muita água fresca e cristalina.
Ele encheu a garrafa e bebeu dela até se fartar. Encheu-a outra vez para o próximo que por ali poderia passar, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota ao bilhete preso nela:
"Creia-me, funciona! Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la
de volta!"
Podemos aprender coisas importantes a partir dessa breve história:
1. Nenhum esforço que você faça será válido, se ele for feito da forma errada. Você pode passar sua vida toda tentando bombear algo quando alguém já tem reservado a solução para você. Preste atenção a sua volta! Deus esta sempre pronto a suprir sua necessidade!
2. Ouça atentamente o que Deus tem a te dizer, através de alguém, de um livro, de uma mensagem de rádio ou TV, de um jornal ou revista, através da INTERNET ou de um e-mail, etc. e confie. Como esse homem, nós temos as instruções por escrito à nossa disposição. Basta usar.
3. Saiba olhar adiante e compartilhar! Aquele homem poderia ter se fartado e ter se esquecido de que outras pessoas que precisassem da água pudessem passar por ali. Ele não se esqueceu de encher a garrafa e ainda por cima soube dar uma palavra de incentivo. Se preocupe com quem está próximo de você, lembre-se: você só poderá obter água se a der antes.
Cultive seus relacionamentos, dê o melhor de si!
Autor:
Desconhecido
A Salvação Inesperada
Num país europeu, certa tarde, muito chuvosa, um maquinista, cheio de fé em Deus, começando a acionar a locomotiva com o trem repleto de passageiros para longa viagem, fixou o céu escuro e repetiu, com sentimento a oração dominical.
O comboio percorreu léguas e léguas, dentro das trevas densas, quando, alta noite, ele viu, a luz do farol aceso, alguns sinais que lhe pareceram feitos pela sombra de dois braços angustiados a lhe pedirem socorro.
Emocionado, fez o trem parar, de repente, e, seguido de muitos viajantes, correu pelos trilhos de ferro, procurando verificar se estavam
ameaçados de algum perigo.
Depois de alguns passos, foram surpreendidos por gigantesca inundação que, invadindo a terra com violência, destruíra a ponte que o comboio deveria atravessar.
O trem fora salvo, milagrosamente.
Tomados de infinita alegria, o maquinista e os viajores procuraram a pessoa que lhes fornecera o aviso salvador, mas ninguém aparecia. Intrigados, continuaram na busca, quando encontraram no chão um grande morcego agonizante. O enorme voador batera as asas, á frente do farol, em forma de dois braços agitados, e caíra sob as engrenagens. O maquinista retirou-o com cuidado e carinho, mostrou-o aos passageiros assombrados e contou como orara, ardentemente, invocando a proteção de Deus, antes de partir. E, ali mesmo, ajoelhou-se, ante o morcego que acabava antes de morrer, exclamando em alta voz:
Pai Nosso, que estás no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na Terra como no Céu: o pão nosso de cada dia dá-nos hoje, perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos os nossos devedores, não nos deixes cair em tentação e livra-nos do mal, porque teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Assim seja.
Quando acabou de orar, grande quietude reinava na paisagem.Todos os passageiros, crentes e descrentes, estavam ajoelhados, repetindo a prece com amoroso respeito. Alguns choravam de emoção e reconhecimento, agradecendo ao Pai Celestial, que lhes salvara a vida, por intermédio de um animal que infunde tanto pavor às criaturas humanas. E até a chuva parara de cair, como se o céu silencioso estivesse igualmente acompanhado acompanhando a sublime oração.
Meimei
O comboio percorreu léguas e léguas, dentro das trevas densas, quando, alta noite, ele viu, a luz do farol aceso, alguns sinais que lhe pareceram feitos pela sombra de dois braços angustiados a lhe pedirem socorro.
Emocionado, fez o trem parar, de repente, e, seguido de muitos viajantes, correu pelos trilhos de ferro, procurando verificar se estavam
ameaçados de algum perigo.
Depois de alguns passos, foram surpreendidos por gigantesca inundação que, invadindo a terra com violência, destruíra a ponte que o comboio deveria atravessar.
O trem fora salvo, milagrosamente.
Tomados de infinita alegria, o maquinista e os viajores procuraram a pessoa que lhes fornecera o aviso salvador, mas ninguém aparecia. Intrigados, continuaram na busca, quando encontraram no chão um grande morcego agonizante. O enorme voador batera as asas, á frente do farol, em forma de dois braços agitados, e caíra sob as engrenagens. O maquinista retirou-o com cuidado e carinho, mostrou-o aos passageiros assombrados e contou como orara, ardentemente, invocando a proteção de Deus, antes de partir. E, ali mesmo, ajoelhou-se, ante o morcego que acabava antes de morrer, exclamando em alta voz:
Pai Nosso, que estás no céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na Terra como no Céu: o pão nosso de cada dia dá-nos hoje, perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos os nossos devedores, não nos deixes cair em tentação e livra-nos do mal, porque teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Assim seja.
Quando acabou de orar, grande quietude reinava na paisagem.Todos os passageiros, crentes e descrentes, estavam ajoelhados, repetindo a prece com amoroso respeito. Alguns choravam de emoção e reconhecimento, agradecendo ao Pai Celestial, que lhes salvara a vida, por intermédio de um animal que infunde tanto pavor às criaturas humanas. E até a chuva parara de cair, como se o céu silencioso estivesse igualmente acompanhado acompanhando a sublime oração.
Meimei
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