quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Vamos Refletir!

Prezados Irmãos em Cristo! Fazendo uma reflexão sobre a divulgação da Doutrina Espírita, cheguei a uma conclusão da necessidade do Centro Espírita servir realmente como um orgão de utilidade pública. Que os Centros Espíritas são de utilidade pública não resta a menor dúvida, mas, convenhamos que é necessário uma maior conscientização e comprometimento para com a Doutrina do Amor. Me refiro aos Centros Espíritas que só abrem para reuniões e passam a maior parte do dia fechados, quando na verdade, vemos a toda hora, pessoas carentes de um conselho, desesperadas e que estão a beira de um suicídio procurando um apoio para suas almas. Sei da dificuldade de manter aberto os Centros Espíritas, por falta de material humano, mas podemos pensar em fazer um rodízio com pessoas comprometidas com a causa Espírita e também aposentados que estão com o coração aberto para ter uma oportunidade de ser útil. Se continuarmos assim, como poderemos espalhar a boa nova, se só no horário de reunião é que o Centro se encontra disponível para o público, que fica privado de ter uma contato maior com a Amada Doutrina? Muito se fala da dificuldade de divulgar a Boa nova em razão do conservadorismo religioso, mas será realmente que é o conservadorismo religioso que impede a maior divulgação ou será que nós os Espíritas estamos muito acomodado? Fica difícil convencer alguém, se outras igrejas estão sempre de portas abertas para o público, propiciando uma maior interação com as pessoas, mas que não consolam, nem explicam as lições imortais de Jesus! Irmãos! Os tempos são chegados, vamos arregaçar as mangas e abraçar com todo o amor e dedicação a abertura do Centro Espírita em horário Integral, com equipes de plantão, onde poderemos praticar a verdadeira caridade, consolando, exclarecendo e dando esperanças a quem não tem esperanças. Vamos repensar essa prática e pedir a Espiritualidade que nos ajude no nosso firme propósito de divulgar o amor, assim como o Cristo no ensinou. Paz e luz no coração de todos! Antonio Carlos Laranjeira Miranda