segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Atenção

Antonio Carlos Laranjeira Miranda
Queridos Amigos!
É chegado o momento o qual nós espíritas devemos tomar um rumo fora do orgulho da pressunção e até mesmo da auto suficiência em relação as nossas casas de oração.
O nosso próximo como a nós mesmo estamos precisando de motivação para que o nosso íntimo seja traçado de maneira a pesquisar,comparar e até mesmo comprovar os verdadeiros ensinos do Mestre Nazareno. Devemos compreender que a Doutrina Espírita não trata do ser fragmentado, mas sim do ser integral, onde um dia venha a chegar na casa dos bem aventurados.
As nossas reuniões devem ser traçadas de maneira motivante, onde cada frequentador não tenha a vontade de dormir e sim de participar do estudo ora dirigido.
Os Oradores devem buscar nos ensimanentos da oratória, a maneira eficaz e motivadora para que os frequentadores sintam prazer em estar na casa espírita.
Estamos perdendo terreno para algumas casas religiosas onde as pessoas são preparadas para persuadir os nossos irmãos por meios de oratória preparada e manipulada onde certas pessoas encontram o choque em suas aspirações que vem a lhes alienar.
Imagine, prezados irmãos, Oradores que alienam e conseguem adeptos através da técnica da oratória.
É chegado o momento onde os centros espíritas devem se atualizar em termos de oratória, onde os oradores procurem motivar os participantes, deixando de lado a leitura de grande porte(isso pode ser feito em casa) e dá enfâse as explanações que venham de verdade deixar todos felizes em um mundo melhor.
Não devemos confundir dias de estudos, com palestras.
A tribuna espírita não é lugar para testes,e sim para pessoas preparadas que tenham desenvoltura para transmitir de maneira prática os ensinamentos de Jesus, deixando assim uma mensagem positiva da Doutrina para os frequentadores
Estamos no século XXl,com a tecnologia cada vez mais avançada,o que aumenta ainda mais a nossa responsabilidade como palestrante perante os nossos irmãos.
Todos tem o direito de se expressar,porém que seja de maneira propícia a fomentar o número de admiradores da nossa Doutrina Espírita.
Quem está falando aqui é um simples irmão que tem suas limitações, mas que quer que a Doutrina Espirita seja um motivo de prazer, de motivação e acima de tudo de esclarecimento para nossos admiradores e colaboradores.